Má Circulação: Causas, Sintomas e Como Tratar?

Close da perna de uma mulher sentada, com veias varicosas salientes acima e abaixo do joelho

03/10/2022

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Dr. Edson Hugo

Aviso médico: Este conteúdo foi elaborado por médicos especialistas do IACV e tem caráter exclusivamente informativo. Não substitui consulta, diagnóstico ou tratamento médico individualizado. Em caso de sintomas, procure um especialista.

A má circulação é um problema mundial que aflige pessoas das mais diversas idades, porém, se agrava com o passar dos anos, o que a torna algo muito recorrente entre idosos.Os problemas de circulação podem surgir por 3 diferentes razões. Sendo assim, podem ser tanto arteriais, quanto venosos ou do sistema linfático.A má circulação é um termo muito amplo e pode significar inúmeros problemas relacionados à área de angiologia e da cirurgia vascular. Para te ajudar a entendê-la e tratá-la, confira as orientações a seguir. Aproveite a leitura! 

Principais causas da má circulação

Certamente, boa parte das causas da má circulação é atrelada a hábitos nocivos mantidos por longo período, como tabagismo, sedentarismo, entre outros. Confira a seguir, alguns outros fatores que podem desencadear problemas de má circulação. 

1. Muito tempo na mesma posição

Permanecer numa mesma posição por muito tempo prejudica a capacidade dos vasos de fazer o sangue circular adequadamente, já que a movimentação corporal auxilia esse processo.Por isso, é recomendado que, principalmente durante longos expedientes de trabalho ou estudo, haja pausas regulares em que você possa esticar o corpo e se movimentar. Isso ajuda a evitar a má circulação e também auxilia na postura corporal.

2. Gravidez

Nas mulheres essa é uma causa muito comum visto que, durante o período de gravidez, é produzido um hormônio chamado relaxina, responsável por dilatar as veias. Apesar desse hormônio ser importante para diversas funções nessa fase, ele também dificulta o retorno do sangue ao coração.

3. Diabetes

O excesso de açúcar no sangue por muito tempo danifica os vasos sanguíneos e também estimula a formação de placas em suas paredes, dificultando a passagem do sangue, levando à má circulação.DiabetesVeja também: Sintomas da flebite

Como identificar se tenho má circulação? 

É possível identificar a má circulação de várias formas. Alguns sintomas são gerais, outros mais frequentes em problemas venosos e linfáticos, e é isso que torna a análise desses sintomas fundamentais para obter o diagnóstico assertivo, ainda que na fase precoce.Cabe citar, no entanto, que somente o médico especializado nessa questão – angiologista ou cirurgião vascular – poderá diagnosticar exatamente o problema e direcionar o melhor tratamento. Disto isso, conheça e entenda alguns desses sinais:

1. Dores

A dor é muito comum entre os pacientes com má circulação, porém, ela pode se manifestar de forma muito distinta em cada caso. Por exemplo, em casos de problemas da circulação venosa, a dor surge como uma sensação de peso, cansaço nas pernas. Já em problemas arteriais, essa dor costuma surgir durante as caminhadas. Nesses casos, é comum que o paciente, ao caminhar, tenha que interromper a atividade devido ao incômodo que normalmente acomete grupos musculares, ou seja, panturrilhas, coxas ou glúteos. 

2. Inchaço 

O inchaço costuma se manifestar, geralmente, em casos de problemas venosos ou linfáticos. Esse sintoma é, inclusive, parâmetro para muitos médicos classificarem o caso já nos primeiros diagnósticos, visto que é raríssimo o aparecimento de inchaço nos casos de problemas arteriais. 

3. Mãos e pés frios

A mudança da temperatura do corpo é um sinal de alerta. Nesse sentido, as áreas mais frias indicam uma região em que não chega o sangue adequadamente, enquanto que áreas mais quentes podem sinalizar a presença de inflamação. Nos casos relacionados à má circulação, é comum que as extremidades do corpo se tornem mais frias, como os pés e as mãos. 

4. Veias dilatadas / varizes

A aparição de veias dilatadas e tortuosas nos membros inferiores como pernas, tornozelos e pés é muito comum. Apesar de as varizes serem, em muitos casos, um incômodo mais relacionado à questão estética, essas veias dilatadas, tortuosas também podem sinalizar insuficiência venosa. As varizes podem desencadear alguns outros sintomas como:
  • Eczema;
  • Coceira;
  • Pele mais rígida;
  • Dermatite ocre.

5. Feridas e úlceras

As feridas normalmente surgem com a evolução das varizes, entretanto, elas são mais agudas e costumam sumir em alguns dias, quando tratadas. Já as úlceras são crônicas, ou seja, quando uma ferida se torna crônica, ela evolui para úlcera. Ambas são sintomas da má circulação e surgem em casos arteriais, venosos e até de má circulação linfática.

O que posso fazer para evitar ou minimizar a má circulação? 

Existem hábitos que podem ajudar a evitar problemas relacionados à má circulaçãoApesar de serem benéficos individualmente, combiná-los é uma excelente forma de levar uma vida mais saudável e minimizar diversos problemas, entre eles, os de circulação. Confira quais são:

1. Mantenha uma rotina de alongamentos

Mulher de regata alongando os braços em um parque arborizado, vista de costasAdicione alongamentos à sua rotina diária para obter alívio de dores e para melhorar sua mobilidade. Esses cuidados são fundamentais, principalmente para pessoas que trabalham sentadas por longas horas.

2. Faça caminhadas 

A caminhada é uma atividade preciosa, pois aumenta o fluxo de sangue, o que naturalmente faz com que haja uma expansão dos vasos sanguíneos. Além disso, é recomendado que, sempre que possível, você opte por subir pelas escadas, quando estiver em algum local com esse recurso. Essa atividade provoca o alongamento dos músculos da panturrilha, fazendo com que o sangue flua até os dedos do pé.

3. Consuma pimenta

Se você não tem nenhum problema de saúde que contraindique seu uso, a pimenta pode ser uma grande aliada para fugir dos problemas de má circulação, pois possui propriedades vasodilatadoras e estimula o fluxo sanguíneo. Ela também ajuda nos níveis de colesterol e a baixar a pressão arterial. 

4. Mantenha o check-up em dia

Cuidar da saúde diariamente por meio de hábitos saudáveis e uma rotina ativa é muito benéfico para inúmeras questões. Entretanto, manter seus exames em dia e visitar o médico sempre que necessário é a melhor forma de prevenir não só a má circulação, mas também os problemas que o agravamento dela possam causar.

5. Pare de fumar

Fumar traz uma série de problemas para a saúde, entre eles, a má circulação. Além da nicotina danificar as paredes arteriais, fumar contrai os vasos sanguíneos e favorece o surgimento de doenças pulmonares. 

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As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, e os problemas mais comuns relacionados a ela, como a má circulação, chegam a atingir mais de 80% da população. O diagnóstico precoce é fundamental para que bons resultados sejam obtidos no tratamento, por isso, é inegociável que haja um acompanhamento responsável, com profissionais capacitados e tecnologia de ponta. O Instituto de Angiologia e Cirurgia Vascular surgiu para possibilitar o cuidado e acompanhamento completo das doenças vasculares. Temos um time especializado de profissionais e todos os recursos necessários para te possibilitar o melhor acompanhamento. Se você está em Brasília ou Entorno, clique no link abaixo e agende sua avaliação!

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Última revisão pelo autor: 11 de maio de 2026

Dr. Edson Hugo
Angiologista | Cirurgião Vascular
CRM-DF 16.046 – RQE 12.786 | RQE 14.855

Má circulação arterial, venosa ou linfática: como diferenciar

Como o termo “má circulação” é genérico, o primeiro passo da avaliação é definir qual sistema está comprometido. Cada um deles produz um conjunto de queixas diferente, exige exames distintos e tem condutas próprias. Somente o exame clínico feito por um angiologista ou cirurgião vascular, somado aos exames de imagem, permite essa definição.

Má circulação arterial

Acontece quando as artérias, que levam o sangue rico em oxigênio do coração para os tecidos, ficam estreitadas ou obstruídas. A queixa mais típica é a dor em panturrilhas, coxas ou glúteos que aparece depois de caminhar certa distância e alivia com o repouso, chamada de claudicação intermitente. Também podem surgir pele fria e pálida, perda de pelos nas pernas, unhas frágeis, pulsos difíceis de palpar nos pés e feridas que demoram muito a cicatrizar.

Má circulação venosa

Ocorre quando as veias têm dificuldade de devolver o sangue das pernas até o coração, geralmente por falha das válvulas venosas, quadro conhecido como insuficiência venosa crônica. Os sintomas costumam piorar ao longo do dia e após muito tempo em pé ou sentado, e aliviam quando a pessoa deita e eleva as pernas. É comum haver sensação de peso, cansaço, pernas inchadas no fim do dia, veias saltadas ou aparentes e, em quadros mais avançados, escurecimento da pele na parte baixa da perna.

Má circulação linfática

O sistema linfático drena o líquido que fica entre os tecidos. Quando essa drenagem falha, forma-se o linfedema, um inchaço que costuma começar no pé e nos dedos, tende a ser mais firme ao toque e, em fases mais avançadas, melhora pouco apenas com a elevação da perna. A pele pode ficar mais espessa e a pessoa pode apresentar episódios repetidos de infecção de pele no membro acometido.

Como o médico confirma o diagnóstico de má circulação

Nenhum sintoma isolado fecha diagnóstico. A investigação combina a história clínica, o exame físico e exames complementares escolhidos conforme a suspeita. Isso importa porque um tratamento indicado para um tipo de má circulação pode ser inadequado para outro.

Consulta e exame físico vascular

Na consulta, o médico investiga há quanto tempo os sintomas existem, o que melhora e o que piora, doenças associadas como diabetes e hipertensão, medicamentos em uso e histórico familiar. No exame físico são avaliados a coloração e a temperatura da pele, a presença de inchaço, o aspecto das veias e a palpação dos pulsos nos pés, que ajuda a identificar comprometimento arterial.

Ecodoppler vascular

O ecodoppler vascular, também chamado de exame de doppler, é um exame de imagem indolor e sem radiação que mostra o trajeto das veias e artérias e a forma como o sangue corre dentro delas. Ele é bastante utilizado para identificar refluxo venoso, trombos e estreitamentos arteriais, e costuma ser o exame inicial na maioria das investigações de má circulação nas pernas.

Índice tornozelo-braquial e outros exames

Quando há suspeita de doença arterial, o médico pode solicitar o índice tornozelo-braquial, que compara a pressão medida no tornozelo com a do braço. Em situações selecionadas, exames como angiotomografia ou angiorressonância podem ser indicados para planejar um procedimento. A definição de quais exames fazer é individual e depende da avaliação presencial.

Como tratar a má circulação

Não existe um tratamento único para má circulação, porque o alvo é sempre a doença que a está causando. O plano quase sempre reúne mudanças de hábito, controle de doenças associadas e, quando indicado, medicamentos ou procedimentos. Os resultados variam de pessoa para pessoa e devem ser discutidos individualmente com o médico.

Medidas conservadoras e meias de compressão

Além dos hábitos já descritos nesta página, como caminhar com regularidade, alongar-se ao longo do dia e parar de fumar, a base do tratamento inclui controle do peso e acompanhamento cuidadoso de diabetes, pressão arterial e colesterol. Nos quadros venosos e linfáticos, as meias de compressão ajudam a reduzir o inchaço e a sensação de peso, mas precisam de prescrição: o tipo, a força de compressão e a altura mudam conforme o caso, e o uso exige cautela em pessoas com doença arterial importante.

Tratamentos para a má circulação venosa

Quando a origem é venosa, o tratamento de varizes e das demais veias doentes pode incluir procedimentos como escleroterapia com espuma, laser transdérmico, laser endovenoso e microcirurgia. A escolha depende do calibre e da localização das veias, dos achados do ecodoppler, dos sintomas e das condições clínicas do paciente. Em muitos casos, mais de uma técnica é combinada ao longo do acompanhamento.

Tratamentos para a má circulação arterial

No comprometimento arterial, o foco inicial é o controle dos fatores de risco, a orientação de caminhada e o uso de medicamentos prescritos pelo médico. Em casos selecionados, com sintomas limitantes ou risco para o membro, podem ser indicados procedimentos para restabelecer o fluxo, como angioplastia ou cirurgia de revascularização. Essa decisão é sempre individualizada e apoiada em exames de imagem.

Cuidados no linfedema

No linfedema, o manejo costuma envolver terapia física com drenagem linfática realizada por profissional habilitado, uso de compressão adequada, exercícios orientados e cuidados constantes com a pele para reduzir o risco de infecção. É um acompanhamento de longo prazo, voltado ao controle do inchaço e à prevenção de complicações.

Sinais de alerta: quando procurar atendimento imediato

Alguns quadros vasculares evoluem rápido e não devem esperar por uma consulta agendada. Procure um serviço de urgência se apresentar:

  • dor súbita e intensa em uma perna ou braço, com o membro frio, pálido ou arroxeado, dormência ou perda de força;
  • inchaço que aparece de repente em apenas uma perna, com dor na panturrilha, vermelhidão e calor local;
  • falta de ar de início súbito, dor no peito ao respirar fundo ou tosse com sangue, especialmente se houver inchaço em uma das pernas;
  • ferida na perna ou no pé que não cicatriza, com secreção, odor, vermelhidão que se espalha ou febre;
  • escurecimento de dedos do pé ou da mão, ou dor em repouso que piora à noite e melhora ao pendurar a perna para fora da cama.

Esses sinais podem indicar situações como obstrução arterial aguda, trombose venosa ou infecção, que exigem avaliação rápida.

Má circulação nas mãos e nos braços

Embora as pernas concentrem a maior parte das queixas, os membros superiores também podem ser afetados. Uma causa frequente de dedos frios que mudam de cor diante do frio ou do estresse é o fenômeno de Raynaud, no qual pequenos vasos das extremidades se contraem temporariamente. Outras possibilidades incluem a compressão de vasos na saída do tórax e, com menor frequência, a trombose de veias do braço.

Formigamento e dormência nas mãos nem sempre têm origem vascular: problemas de nervos, como a síndrome do túnel do carpo, e alterações da coluna cervical também provocam sintomas parecidos. Por isso, queixas persistentes nas mãos merecem avaliação médica para diferenciar a causa antes de qualquer tratamento.

Quem tem mais risco de desenvolver má circulação

Além das causas já descritas nesta página, como longos períodos na mesma posição, gravidez e diabetes, outros fatores aumentam a chance de problemas circulatórios e ajudam o médico a definir a frequência do acompanhamento. Entre eles:

  • histórico familiar de varizes, trombose ou doença arterial;
  • idade mais avançada;
  • sobrepeso e obesidade;
  • tabagismo;
  • hipertensão arterial e colesterol elevado;
  • uso de anticoncepcional hormonal ou terapia hormonal, que deve ser discutido com o médico quando há outros fatores de risco;
  • períodos longos de imobilização, como internações, pós-operatórios e viagens prolongadas.

Ter fatores de risco não significa que a doença vá necessariamente aparecer, mas indica que vale manter o check-up vascular em dia, com avaliação periódica por angiologista ou cirurgião vascular.

O que não resolve a má circulação

Muitos produtos são divulgados como solução para a circulação, e é importante manter expectativas realistas. Cremes de uso externo não eliminam varizes nem corrigem o refluxo dentro das veias, ainda que possam dar sensação passageira de alívio. Chás, temperos e suplementos podem fazer parte de uma alimentação saudável, mas não substituem o tratamento de uma insuficiência venosa ou de uma obstrução arterial.

Também não é seguro usar por conta própria medicamentos como anticoagulantes, diuréticos ou vasodilatadores: eles têm indicações específicas e podem causar efeitos adversos importantes. Adiar a avaliação enquanto se testam soluções caseiras pode permitir que um quadro tratável evolua para complicações como úlceras e trombose.

Perguntas frequentes

Quais são os primeiros sintomas de má circulação nas pernas?

Os sinais iniciais mais comuns são sensação de peso e cansaço nas pernas no fim do dia, inchaço nos tornozelos, cãibras noturnas e o surgimento de vasinhos ou veias mais aparentes. Quando a origem é arterial, o sintoma inicial costuma ser dor na panturrilha ao caminhar que melhora com o repouso. Como esses sintomas se confundem com os de outras condições, o diagnóstico depende de avaliação médica presencial.

Má circulação tem cura?

Depende da causa. Situações pontuais, como inchaço após muitas horas em pé ou por uma viagem longa, tendem a melhorar com mudanças simples de hábito. Já a insuficiência venosa crônica, a doença arterial e o linfedema são condições crônicas: o objetivo do tratamento é controlar os sintomas, tratar as veias ou artérias doentes e evitar complicações, com acompanhamento contínuo.

Como saber se a má circulação é arterial ou venosa?

A diferença principal está no comportamento dos sintomas. Na má circulação venosa há peso, cansaço e inchaço que pioram ao longo do dia e aliviam ao elevar as pernas. Na arterial, a dor aparece ao caminhar e passa com o repouso, e a pele costuma ficar fria e pálida, com pulsos difíceis de palpar. Essa distinção é confirmada pelo médico com exame físico e ecodoppler vascular.

Qual médico devo procurar para má circulação?

O especialista é o angiologista ou o cirurgião vascular, médicos que cuidam das artérias, veias e vasos linfáticos. Eles fazem o diagnóstico, solicitam exames como o ecodoppler e definem o tratamento, clínico ou por procedimento. Se houver dor súbita, inchaço repentino em uma perna ou falta de ar, procure um pronto-socorro em vez de aguardar uma consulta agendada.

Qual exame detecta a má circulação?

O exame mais utilizado é o ecodoppler vascular, um ultrassom com doppler que mostra as veias e artérias e como o sangue circula dentro delas, sem dor e sem radiação. Havendo suspeita de doença arterial, também pode ser feito o índice tornozelo-braquial. A escolha dos exames é definida pelo médico após a consulta, conforme os sintomas de cada pessoa.

Má circulação pode causar trombose?

São problemas diferentes, mas relacionados. A insuficiência venosa crônica e as varizes estão entre os fatores que aumentam o risco de trombose venosa, e a inflamação com coágulo em uma veia superficial pode, em alguns casos, se estender para o sistema profundo. Outros fatores importantes são imobilidade prolongada, cirurgias, internações, uso de hormônios e histórico familiar. Por isso quadros venosos merecem acompanhamento médico, e não apenas atenção estética.

Meia de compressão ajuda na má circulação?

Nos casos de origem venosa e linfática, a meia de compressão costuma ajudar a reduzir o inchaço e a sensação de peso nas pernas, e é frequentemente indicada como parte do tratamento. Ela não elimina as varizes já existentes nem corrige o refluxo das veias. O tipo, a força de compressão e o tamanho devem ser prescritos pelo médico, porque o uso exige cautela quando há doença arterial associada.

Avaliação de má circulação em Brasília

Sintomas de má circulação precisam de exame presencial para que a causa seja identificada e o tratamento correto seja indicado. No IACV – Instituto de Angiologia e Cirurgia Vascular, você é avaliado por angiologistas e cirurgiões vasculares na Asa Sul, em Brasília.

Telefone: (61) 3247-0660

SGAS 614, Ed. Vitrium, Conj. C, Andar 0, Sala 11 – Via L2 Sul, Asa Sul, Brasília-DF, CEP 70200-740

Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 19h; sábado, das 8h às 12h.

Agende sua avaliação vascular no IACV ou conheça a equipe médica do instituto.

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